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As Crônicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

08 dez 2005

written by Memória Cinematográfica

Tem magia e aventura no novo longa-metragem produzido pela Walt Disney Pictures, cuja estréia mundial acontece nesta sexta-feira, dia 9.

“As Crônicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (“The Chronicles Of Narnia: The Lion, The Witch And The Wardrobe”), baseado no livro homônimo do irlandês C.S. Lewis, resgata os contos de fada do nosso tempo e enfatiza a luta entre o bem o mal.

A história envolve quatro jovens que são enviados para a escola do professor Kirke (Jim Broadbent) no interior da Inglaterra, uma vez que o pai deles foi mandado para o front na Segunda Guerra Mundial. Então, eles deixam a Londres tumultuada e seguem para um local afastado.

Durante uma brincadeira de esconde-esconde, que começa a pedido da caçula Lúcia Pevensie (Georgie Henley) aos irmãos Edmundo (Skandar Keynes), Pedro (William Moseley) e Susana (Anna Popplewell), a menina vai se esconder na sala vazia e se enfia dentro do guarda-roupa que contém casacos de pele.

Mas na verdade trata-se de um portal que transporta as criança s para outro universo. A descoberta começa e a magia também.

Eis que Nárnia é desvendada, um reino de conto de fadas com animais silvestres falantes, como o casal de castores que roubam a cena, e criaturas mitológicas.

O problema é que Nárnia está há 100 anos sob a maldição da Feiticeira Branca (Tilda Swinton), por isso o local vive congelado. Mas é o Sr. Tumnus (James Mcavoy), um fauno muito bonzinho, que resolve ajudar a menina a encontrar o caminho de volta, ou será seqüestrada.

Dirigida pelo neo-zeolandês Andrew Adamson (que assina a direção dois “Shrek”), a fita épica é repleta de efeitos especiais, comandado pelo expert Dean Wright, que fez o mesmo trabalho em “O Senhor dos Anéis“.

Os dois escritores (Lewis e J.R.R. Tolkien), aliás, são contemporâneos e as histórias, semelhantes. A coincidência também acontece quando comparamos a nacionalidade dos dois diretores, uma vez que Peter Jackson, responsável pela trilogia, também é da Nova Zelândia.

Um dos pontos altos é o leão Aslam, com pêlo e juba impecáveis. Na cópia nacional, a voz é do ator Paulo Goulart, que assistiu ao filme em uma sessão especialmente realizada para a imprensa em São Paulo. Já a original leva a voz de Liam Neeson.

Editado no Brasil pela Martins Fontes, a série completa de livros ainda inclui: “Príncipe Caspian”, “A Viagem do Peregrino da Alvorada”, “A Cadeira de Prata”, “O Cavalo e seu Menino”, “O Sobrinho do Mago” e “A Última Batalha”.

Ao todo, foram vendidos mais de 85 milhões de livros em 29 idiomas diferentes, ficando atrás apenas de Harry Potter, da inglesa J.K. Rowling, como a série de livros mais famosa de todos os tempos.

E sim, quem espera que o lançamento seja um sucesso prepare-se, pois são 400 cópias no Brasil. Fim de ano é assim mesmo. O bom velhinho traz presentes na noite de Natal, e as telas de cinema ficam repletas de boas produções para agradar aos olhos.


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