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Transformers

20 jul 2007

written by Memória Cinematográfica

Ataques, invasões e aparições alienígenas no cinema, pasme!, acontecem sempre nos Estados Unidos. Lembre-se de “Independence Day”, “Guerra dos Mundos“, “ET – O Extraterrestre”, “MIB: Homens de Preto”, entre outros.

A partir de sexta, dia 20, é a vez de os robôs que se transformam em carros ou qualquer outro aparelho eletrônico, como microsystem e até telefone celular, invadirem a Califórnia e deixarem o Pentágono de cabeça para baixo. Isso porque os primeiros ataques ocorrem no Qatar, no Oriente Médio, e os soldados que servem o país mandam notícias ao chefe de Defesa Nacional (Jon Voight), pois eles estão se dirigindo para a América.

“Transformers”, longa-metragem baseado no desenho animado que fez muito sucesso entre os garotos nos anos 1980, conta a história das duas raças alienígenas robóticas (os Autobots e os Decepticons), que brigavam entre si e colocaram o destino do Universo em risco.

Para controlar os ataques, porém, a única pista deixada está guardada com Sam Witwicky (Shia Labeouf), um adolescente que só pensa em ganhar um carro do pai e leiloar objetos de seu tataravô no e-Bay. O primeiro carro está garantido, quando o seu pai resolve comprar um Camaro bem velho, mas que vai surpreender o garoto, principalmente quando ele se transforma em Bumblebee.

Sam e sua amiga Mikaela Banes (Megan Fox), que ele andou paquerando por sinal, vão convencer os policiais que precisam ajudar o planeta conversando com o tal robô, que apenas precisa de um dos objetos deixados pelo tataravô de Sam.

O diretor Michael Bay (“Pearl Harbor”, “A Ilha“) abusa de tomadas com a câmera em movimento, de modo a oferecer maior ação ao espectador e imagens muito rápidas, com cortes bruscos entre uma cena e outra. A música de Steve Jablonsky e os efeitos sonoros são os principais problemas da fita, pois não há silêncio durante os 144 minutos do filme (o que pode deixar algumas pessoas com um pouco de dor de cabeça ao sair do cinema).

Um dos pontos altos do filme, que tem produção executiva assinada por Steven Spielberg, é o bom humor do roteiro (embora em alguns momentos seja extremamente infantil e risível), que vira e mexe faz a platéia gargalhar, como o fato de o carro se comunicar por rádio e fazer com que a música seja a forma com a qual ele se expressa.

Outros fatores que contribuem positivamente são os efeitos visuais supervisionados por Scott Farrar e John Frazier, que mostram a real experiência de transformação do carro para um robô aos olhos do espectador, como se não existisse nenhum tipo de truque.

Quem decidir ver “Transformers” tem diversão garantida. Só não vale ir ao cinema esperando cultuar a sétima arte, no sentido mais literal da palavra.


One Response to Transformers

  1. EDUARDO GOMES

    ACHO QUE ESSE ANO SO SAIO PARA IR AO CINEMA SE FOR OS SIMPSONS.


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