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007 Cassino Royale

15 dez 2006

written by Tatiana Babadobulos

Só de pensar que se trata da 21ª aventura da franquia James Bond, já se pode imaginar que se refere a apenas mais um filme do agente 007. As primeiras imagens que vêm à cabeça são muita ação, correria, mulher bonita e um James Bond bem-apresentado para levantar suspiros das moças na platéia e arrancar inspirações dos rapazes que gostariam de estar em seu lugar, compartilhando da companhia da simpática mocinha na tela. “007 Cassino Royale”, longa-metragem que estréia nesta sexta-feira, dia 15 de dezembro, é exatamente tudo isso.

Baseado no romance homônimo escrito por Ian Fleming,em 1953, o filme apresenta a primeira missão do início da carreira de James Bond (vivido pela primeira vez pelo inglês Daniel Craig, o mesmo que fez “Munique”), que o leva até obanqueiro Le Chiffre (Mads Mikkelsen). Para detê-lo e prender o resto da rede terrorista do qual Le Chiffre é líder, Bondprecisa vencê-lo em um jogo de pôquer no Cassino Royale.

A princípio, Bond fica aborrecido quando a agente do ministério da Fazenda, Vesper Lynd (a belíssima Eva Green), é designada para lhe entregar seu dinheiro de jogo e para vigiar de perto a grana do governo. Os dois, que tentam escapar a cada cena dos ataques de Le Chiffre, desenvolvem uma grande atração e se envolvem em situações perigosas.

Dentro do Cassino, Bond pede um drinque que é copiado pelos demais jogadores da mesa: três doses de Gordon’s, uma de vodca, meia de Kina Lillet, batido e servido com gelo e uma raspa fina de casca de limão.

Com muita ação, do começo ao fim, a trilha sonora composta por David Arnold (“Independence Day”) não dá uma trégua durante todo o decorrer do filme, deixando-o muito barulhento. O compositor é o mesmo das trilhas de “007 O Amanhã Nunca Morre”, “007 – O Mundo Não é o Bastante” e “007 – Um Novo Dia Para Morrer”.

Dirigido por Martin Campbell (“A Lenda do Zorro”), a fita traz ação, passeia por diversas locações, como praias do Caribe, Veneza, Londres, e a química de Daniel e Eva combina. No entanto, o filme é previsível, a história não surpreende e falta um pouco de inspiração para a história. Ah, sim, no final, para não se ter a mínima dúvida de que se trata de mais um filme da franquia, a clássica frase “My name is Bond. James Bond” não ficou de fora.


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