Memória Cinematográfica

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Capitão América: O Soldado Invernal

Tudo ia tranquilo na vida de Steve Rogers (Chris Evan), conhecido como Capitão América, até que ele se vê envolvido em uma rede de intrigas que ameaça colocar o mundo em risco. Esta é a parte que começa a ação, no longa-metragem “Capitão América 2: O Soldado Invernal” (“Captain America: The Winter Soldier”).

O filme estreia no Brasil no dia 10, mas nos Estados Unidos chegou aos cinemas na semana passada batendo recorde de bilheteria. Só no fim de semana de estreia rendeu pouco mais de US$ 95 milhões, segundo o IMDB. Para se ter uma ideia, o primeiro filme da franquia, “Capitão América: O Primeiro Vingador”, lançado em 2011, faturou pouco mais de US$ 65 milhões na abertura, segundo a mesma fonte.

Desde que a Marvel começou a se empenhar em levar para a telona as histórias contadas nos quadrinhos, tal como “Thor”, “Homem de Ferro”, “Homem-Aranha”, os super-heróis têm se destacado na qualidade dos filmes e, por consequência, nas bilheterias ao redor do mundo.

O Capitão América foi criado em 1941, ou seja, durante a Segunda Guerra Mundial, como propaganda política e para mostrar ao mundo que os norte-americanos não tinham medo de Adolf Hitler. Em 2011, o diretor Joe Johnston contou na tela grande como surgiu o herói.

Nesta sequência, os diretores Anthony e Joe Russo dispensam as apresentações e já colocam um personagem para salvar o mundo, mesmo quando ele não está vestindo seu uniforme. Há uma passagem, aliás, em que o herói brinca com isso. E é também em tom de brincadeira que surgem alguns diálogos, mostrando que o filme não se leva tão a sério e que a diversão está em primeiro lugar.

A trama se passa em Washington DC e, quando um colega da organização pacifista internacional S.H.I.E.L.D. é atacado, Steve se une a Natasha Romanoff, conhecida como Viúva Negra (Scarlett Johansson), e a Wilson, o Falcão (Anthony Mackie). Além de Samuel L. Jackson, que interpreta Nick Fury, o filme ainda conta com a participação de Robert Redford como Alexander Pierce, chefe do Conselho Mundial de Segurança e mentor de Fury.

Com o objetivo de dar mais realismo ao filme e mais fluidez às cenas de ação, os diretores usaram câmera na mão. Em alguns momentos, porém, o espectador fica na dúvida de quem está batendo e quem está apanhando, mas a diversão não é menor. Ah, e como nos demais filmes da Marvel, não saia da sala de projeção antes de terminarem os últimos créditos. Há duas cenas extras para conferir.

Leia o texto completo publicado na GQ.

 

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