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Shrek Terceiro

15 jun 2007

written by Memória Cinematográfica

Mais uma trilogia será finalizada nesta sexta-feira, dia 15 de junho, quando os cinemas brasileiros receberem o longa-metragem de animação “Shrek Terceiro” (“Shrek The Third”). Porém, antes mesmo de ser lançado por aqui, Jeffrey Katzenberg, co-fundador da DreamWorks, anunciou que após o “Shrek 4”, previsto para ser lançado em 2010, haverá ainda o “Shrek 5”, que pretende contar sobre o passado do ogro e como ele chegou ao pântano.

Outra sequüência já anunciada é o especial de Natal “Shrek The Halls”, que será lançado em dezembro. As duas primeiras partes foram lançadas em 2001 e 2004, respectivamente. Desta vez, quem dirige o longa é Chris Miller, que havia trabalhado nos outros dois como dublador e no departamento de animação do longa-metragem “Madagascar“.

Nesta continuação, já que Shrek (novamente com voz de Mike Myers, na versão original) e a princesa Fiona (Cameron Diaz) se casaram, os dois voltam ao reino Tão Tão Distante para substituir o trono do rei, pois o pai de Fiona está em seu leito de morte.

Como ser rei nem passa pela cabeça de Shrek, ele segue, com a ajuda de Burro (Eddie Murphy) e do Gato de Botas (Antonio Banderas), para encontrar o único herdeiro: Arthur (Justin Timberlake), um primo de Fiona desaparecido há muito tempo. Antes que ele chegue a Arthur, porém, Shrek terá de deter o Príncipe Encantado (Rupert Everett com sotaque britânico muito bom).

Fiona, que está grávida, terá ajuda de sua mãe e das princesas Branca de Neve, Cinderela, Rapunzel e Bela Adormecida para parar o Príncipe Encantado.

Continuações são sempre vistas com desconfiança, pois há uma exploração, muitas vezes desnecessária, de fórmulas que um dia deram certo. No caso desta animação, há ainda história para contar, visto que o roteiro é bem escrito e conciso.

No entanto, o que incomoda é o uso desnecessário de personagens da Disney por uma produtora concorrente, como é a DreamWorks. Vá lá, que eles sempre apareceram nos filmes de Shrek, mas o uso excessivo é desnecessário (e perde pontos).

Aqui, as princesas interpretam os seus papéis como mulheres bem-sucedidas, autosuficientes, enquanto o Príncipe Encantado é o vilão do filme. O mocinho, por sua vez, é o ogro feio, grandalhão e mal-educado.

Os destaques continuam para Burro e para o Gato de Botas, que participam de cenas hilárias e contribuem para o ritmo da fita. A família do Burro, aliás, cresceu e os espectadores vão se divertir mais com essas “criaturinhas”.

Outra coisa que também conta ponto na fita é o avanço tecnológico, que contribui para o ritmo da fita. Não existe, por assim dizer, a surpresa, como tinha o primeiro filme, mas ainda assim vale a pena ver.

Embora não seja melhor que os dois primeiros filmes, “Shrek Terceiro” garante diversão às crianças e aos crescidinhos, uma vez que durante toda a fita há referências históricas (como a cena em que as princesas queimam o sutiã como forma de protesto) que os pequenos com certeza não entenderão. Parece até que a animação mudou o seu foco, pois os adultos, esses sim, vão se divertir um bocado.


One Response to Shrek Terceiro

  1. Fernanda

    oi Tati, super legal seu post sobre o Shrek Terceiro.Vou no cinema ver hoje, dai estava pesquisando alguns blogs e encontrei o seu…aproveitando tem uma dica legal, não sei se vc ja viu o vídeo dos Filhos do shrek Dancando http://simsalabean.wordpress.com/2007/06/12/os-ogros-dancam/E muito legal e tem uns emoticons pra usar no Msn 🙂


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