Memória Cinematográfica

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X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

Depois de um “gap” de 11 anos, Bryan Singer volta a dirigir um filme dos mutantes. X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (X-Men: Days of Future Past”) estreia dia 22 de maio no Brasil (e dia 23 nos EUA). O resultado é pura emoção e ação, além da reunião de diversos mutantes de hoje e do passado.

Os dois primeiros filmes da franquia, “X-Men: O Filme” (2000) e “X-Men 2” (2003), foram realizados sob a batuta de Singer. Já o terceiro longa-metragem, “X-Men: O Confronto Final” (2006), poderia ter sido dirigido por ele, porém o cineasta preferiu filmar outro super-herói: “Superman – O Retorno“.

A franquia ainda teve outros filmes com os personagens, como dois dedicados a Wolverine (“Wolverine – Origens“, de 2009, e “Wolverine Imortal“, 2013), além de “X-Men: Primeira Classe” (2011). Mas é neste mais recente que Singer focou as suas ideias – e esforço.

A trama cria batalha e confronto entre mutantes e humanos. Para isso, Logan/Wolverine (Hugh Jackman) é enviado para o passado, a fim de mudar a história e prevenir alguns problemas que teriam acontecido no futuro. Ele precisa evitar que os Sentinelas, robôs que caçam mutantes criados por Bolívar Trask (Peter Dinklage, da série “Game of Thrones”), sejam desenvolvidos.

Nos anos 10970, Logan vai encontrar o jovem professor Charles Xavier (James McAvoy, de “O Último Rei da Escócia“), um hippie que luta contra a dificuldade de se locomover, e fazer com que ele e Erik/Magneto (Michael Fassbender, quando jovem), se reconciliem.

Mística, a mutante capaz de se transformar em outras pessoas em questão de segundos, é vivida pela nova queridinha de Hollywood, Jennifer Lawrence (“O Lado Bom da Vida“). A personagem também faz parte dessa história que precisa ser mudada.

O texto completo pode ser lido no site da GQ.

 

 

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