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A Família do Futuro

05 abr 2007

written by Tatiana Babadobulos

Animações sempre convidam as crianças e os adultos a irem juntos ao cinema. Primeiro porque geralmente elas são bem produzidas e segundo porque também são inteligentes, com boas sacadas. “A Família do Futuro” (“Meet the Robinsons”) é a mais nova produção da Walt Disney Pictures (mas sem a parceria com a Pixar) e traz uma mistura de vida real com projeção do futuro.

O seu melhor atrativo, porém, é a projeção em 3D (em São Paulo, apenas o Cinemark do Shopping Eldorado está equipado com o sistema), que faz o público vestir aqueles óculos engraçados e desconfortáveis. O convite é feito pelo robô, um dos personagens do longa-metragem.

À primeira vista, o trailer parece interessante, quando a gente imagina a possibilidade de ver o desenho animado dos Jetsons na tela grande, com todos aqueles carros voadores, alta tecnologia no cotidiano. Porém, a fita é um pouco confusa, quando se propõe a contar a história de Lewis, um garoto órfão e apaixonado por invenções.

Morando em um orfanato, ele deixa o seu colega de quarto sem dormir para finalizar a sua mais nova criação: o scaner de memória. Com a máquina, ele pretende encontrar a família que o abandonou.

Porém, o vilão do filme, o engraçadíssimo Bandido do Chapéu Coco, rouba a sua invenção para vendê-la à indústria. Desolado por sua máquina ter sido roubada, Lewis encontra um rapaz misterioso chamado Wilbur Robinson, que o leva para o futuro, com sua máquina do tempo.

Lá, Wilbur apresenta a atrapalhada família Robinson. Embora a mãe de Wilbur queira adotar Lewis, ele não pode ficar por ali. Ele precisa voltar para a feira de ciências da sua escola e construir o seu futuro.

Dirigido pelo estreante Stephen Anderson (que participou como supervisor de história de “Irmão Urso”), o filme é confuso, na medida em que vai e volta na viagem do tempo. Mas as imagens coloridas, as casas flutuantes, os sapos que cantam na orquestra desviam a atenção e fazem os espectadores gargalharem a valer!


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