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Tróia

14 maio 2004

written by Memória Cinematográfica

Apolo, deus do sol, assistiu à toda guerra entre gregos e troianos. E foi por ele, e também por Zeus, o deus dos deuses, por Posseidon, por Atena e por todos os outros, e também, claro, pela honra de defender o próprio país, que Tróia comprou a briga dos gregos que viajaram pelo mar com mais de 50 mil homens.

A desculpa, ora, Helena (Diane Kruger), a mulher mais bonita do mundo, havia sido “roubada” de seu rei Menelau (Brendan Gleeson), de Esparta, para viver uma história de amor com o príncipe de Tróia, Páris (Orlando Bloom).

“Tróia”, filme inspirado no poema Ilíada, de Homero, estréia nesta sexta em diversas salas do País. Trata-se de uma realização épica bastante ambiciosa, que custou 200 milhões de dólares, e o diretor Wolfganf Petersen resolveu encarar.

“É uma história com personagens conhecidos, o que em si já é um desafio. E ainda contamos a história com um pano de fundo extremamente grandioso”, ressalta Petersen.

A lenda diz que a guerra durou 10 anos. Ilíada, porém, conta apenas os últimos 50 dias.

Quando o rei de Esparta se deu conta que sua rainha havia sido levada para Tróia, país com quem eles tinham almoçado para fazer um tratado de paz, chamou o seu irmão, o poderoso rei Micenas (Brian Cox), que uniu todas as tropas gregas para partir em busca da cunhada (e também para aproveitar e tomar aquele país).

Embora nenhum exército jamais havia invadido as muralhas do reino de Príamo (Peter O’Toole), principalmente porque seu filho, o príncipe Heitor (Eric Bana) era um excelente guerreiro, os gregos realmente estavam interessados em acabar com a soberania da fortaleza.

Desta vez, no entanto, os gregos contaram com a ajuda do temido Aquiles (Brad Pitt), o maior guerreiro vivo e ambicioso por querer que seu nome fique por toda história (e conseguiu).

Depois de os gregos quererem recuar, de os troianos clamarem por paz, 12 dias depois eis que chega um verdadeiro e literal presente de grego em forma de cavalo. Então, uma nação inteira vira cinzas, sem ninguém ao menos para contar a história.

“Pouco a pouco, a personalidade de Aquiles é revelada. Num momento pensamos que ele é um assassino frio e de repente Homero volta no tempo para mostrar outra faceta de Aquiles, e então descobrimos que no passado ele demonstrou muita humanidade e virtude”, conclui Pitt.


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